O projeto ‘Ser Dindo é Massa’, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), visa criar laços afetivos entre crianças e adolescentes acolhidos e padrinhos ou madrinhas, proporcionando um ambiente familiar e suporte emocional.
Wesley Vinícius Rodrigues, padrinho do menino Levi, destaca que a relação se transformou em um vínculo de confiança e carinho. ‘Ele nos ensina muito sobre amor e o verdadeiro significado de estar presente na vida de alguém’, afirma.
A história de apadrinhamento de Vanusa Pinto Coelho com Gabriele Vitória, de 12 anos, ilustra o impacto positivo da iniciativa. Vanusa relata que a adolescente, inicialmente retraída, se integrou à sua família e desenvolveu um laço especial com sua filha de 8 anos.
O apadrinhamento afetivo envolve contato frequente, participação em momentos de lazer e apoio emocional. Para se tornar um padrinho ou madrinha, é necessário atender a requisitos específicos, conforme explica a Juíza Louise de Melo, da Vara da Infância e da Juventude de Camaçari.
O projeto também inclui modalidades como Dindo Prestador de Serviço e Dindo Provedor, que oferecem apoio material e financeiro às crianças e adolescentes acolhidos. Pessoas de diferentes localidades podem participar como Dindo Provedor.
Importante ressaltar que o apadrinhamento não substitui o acolhimento definitivo, e pessoas com habilitação para adoção não podem se cadastrar como padrinhos ou madrinhas.
