Dois meses após a morte de Paulo Furtado, a saudade de um grande amigo se faz presente, assim como a necessidade de honrar seu legado. Furtado foi membro da Academia de Letras da Bahia e da Academia de Letras Jurídicas da Bahia, além de ter atuado no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Seu impacto na literatura e no direito é reconhecido, com o acadêmico Edvaldo Brito ressaltando sua importância na ALB, onde Furtado ocupou a Cadeira 30, sucedendo grandes nomes como Josaphat Marinho e Nestor Duarte.
Furtado é lembrado não apenas por suas conquistas, mas também pela capacidade de agregar e inspirar outros, refletindo a tradição intelectual da Bahia. Ele se destacou como desembargador aos 39 anos e presidiu o Tribunal de Justiça da Bahia entre 1992 e 1994.
Seu legado na ALJBA é significativo, sendo o primeiro titular da Cadeira 37, que homenageia Severino Vieira, um ícone da tradição baiana. A memória de Paulo Furtado deve ser perpetuada, garantindo que sua contribuição ao direito e à cultura continue a brilhar.
