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domingo, 30 de agosto de 2026
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Postado emItabuna, Vida e Saúde

Itabuna celebra Semana do Aleitamento Materno com ação no CAM

Itabuna celebra Semana do Aleitamento Materno com ação no CAM
Itabuna celebra Semana do Aleitamento Materno com ação no CAM
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A Prefeitura de Itabuna, por meio do Centro de Atenção à Mulher Mariana Domingas Santos (CAM Itabuna), promoveu nesta terça-feira (11) uma ação especial em alusão à Semana Mundial do Aleitamento Materno 2026 e ao Dia Nacional da Gestante, celebrado em 15 de agosto. O evento teve como objetivo reforçar a importância da amamentação, ampliar o acesso à informação e incentivar o apoio às mães durante o período de aleitamento.

Com o tema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona”, a programação no CAM Itabuna buscou oferecer acolhimento, orientação e troca de experiências entre as mães. A iniciativa também destacou a relevância do acompanhamento multiprofissional para garantir mais segurança e qualidade na amamentação.

A coordenadora do CAM Itabuna, enfermeira Gabriela Brito, ressaltou que a ação contribui para ampliar a conscientização sobre os benefícios do leite materno e a importância de uma rede de apoio. “Mais do que orientar sobre a importância do aleitamento materno, o nosso objetivo é acolher essas mães, ouvir suas dificuldades e oferecer o suporte necessário para que se sintam seguras durante esse procedimento”, afirmou.

A ação foi executada pelo Ambulatório de Gestação e Puerpério de Alto Risco (AGPAR) do CAM Itabuna, que atualmente acompanha mais de 100 mulheres com gestação de alto risco, oferecendo assistência qualificada, humanizada e contínua. A enfermeira assistencial do AGPAR, Ariela França, explicou que o foco é reduzir a morbimortalidade materna e fetal evitável. “Nosso objetivo é garantir às gestantes de alto risco maior acesso aos serviços de saúde, além de acompanhamento multiprofissional e integração com toda a rede assistencial, de modo a fortalecer o vínculo entre mãe e bebê”, reforçou.

A jovem Beatriz Alves, de 24 anos, acompanhada pelo CAM durante toda a gestação do segundo filho, compartilhou sua experiência. “Desde o terceiro mês foi necessário esse acompanhamento por conta de diabetes gestacional e pré-eclâmpsia. Graças a Deus tudo foi controlado. Hoje estive na última consulta que ocorre quando o bebê completa um mês de vida”, disse.

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